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Resenha || Jogos mentais | Teri Terry | Farol Literário

por Nilda de Souza

A Editora Farol é um livro trazido para o Brasil mais um livro da autora Teri Terry, Jogos Mentais. Terry é reconhecida pela trilogia Reiniciados (clique no link para conferir).

Em jogos mentais, a autora aborda temas interessantes, como o lado bom e ruim da tecnologia e a imposição do governo sobre a sociedade. Em um mundo distópico, pós-Terceira Guerra Mundial, um personagem principal, Luna, o longo da trama desviou os mistérios do seu passado.

O livro se passa no universo onde tudo é feito nos chamados mvs (mundos virtuais). No momento que a pessoa se conecta com a vida em mundos: vai à escola, ao trabalho, faz compras, divertem-se, etc.

Existem dois grupos de pessoas que se destacam: os recusadores e os hackers. Luna faz parte dos recusadores, grupo que não é aceito por tecnologia por vários motivos. No caso de Luna, no decorrer do livro, ela se sente enjoo quando está conectada. Além disso, ela pode guardar um segredo. Não se conecta ao seu mundo real.

Nesse ponto, o enredo é bem amarrado e pode ver-se uma característica do lado bom e ruim da tecnologia. Por exemplo, depois disso Luna descobre os efeitos da sua vida muito tempo nessas mundos virtuais.

Os hackers, o nome já e bem sugestivo, invadem os códigos desses mundos e alteram duas características. This world are made by uma empresa calling PareCo, that control os mundos, matter tests for the students lecture in their faculdades tecnológicas. Luna, após passar em um desses testes, começa seu drama. Ela descobre que é mais que uma garota simples, que não é um teste padrão de papel e, também, é um papel que é mais que uma simples impressão de tecnologia. PareCo possui mais planos para ela que vão além de uma bolsa integral em sua escola.

Partindo desse ponto, podemos ver muito mais como uma palavra-chave sobre a sociedade de modo autoritário. Os vals vale ressaltar, o meu ponto de vista, a história não emprega esse aspecto com muita eficiência.

A história também não possui muito romance. O romance entre Luna e Gecko – um hacker – não é muito explicado e, nem mesmo, o que parece ser muito sério. Talvez isso seja explicado pela sua pergunta e desconfiança de Luna.

Jogos Mentais possuem um enredo com temas interessantes, que em alguns momentos são brilhantes de forma genérica, de forma que o leitor é capaz de tramar, mas deixa um desejo em outros aspectos. Mesmo assim é uma leitura recomendada, para ser lida como apenas uma história simples, juvenil, mas analisando as suas características e relacionando-as com o nosso dia a dia.

Ah, preciso ressaltar que uma premissa se lembra de obras, como o filme Inception, A Origem, no Brasil; e Matrix, por exemplo. O que tem questões de plugar em tecnologias e viver em uma realidade virtual e totalitarismo.

Por Mateus Rodrigues

Jogos Mentais

Tari Tarry

Título original: Jogos Mentais

Gênero: Ficção / Distopia
Editora: Farol Literário
Número de Páginas: 480
Edição: 2015
Avaliação: ★★★★

* Livro cedido em parceria com uma editora
Sinopse: Luna vive em um mundo em que todos os dias, milhares de pessoas se transformam em uma realidade virtual onde podem fazer tudo: se divertir, ir às compras ou estudar. Porém, ao se conectar, ela é capaz de vivenciar os dois mundos ao mesmo tempo, uma habilidade muito rara que ela desenvolve em segredo. Mas, ao ser convocada para um teste importante na escola, Luna sente que seu segredo pode ser revelado. A partir de uma série de estranhos acontecimentos a levar a questionamentos e descobertas inusitadas sobre os dois mundos. Agora ela é o poder de decidir o que fazer, pois as suas escolhas são incalculáveis ​​para todos!

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